sábado, 15 de outubro de 2011

ALERTA VERMELHO
" na luta pela sobrevivência."


Sinopse

Estamos em 2150. A Terra foi tomada por vampiros há séculos atrás, mas os humanos aos poucos, juntaram forças e conseguiram prevalecer. O governo americano criou o Órgão Nacional de Pesquisas Avançadas e Secretas para manter em cativeiro os únicos vampiros que restaram. Os piores. Eles eram chamados de "Os 6 Demônios".
Nisso passa Séculos, Decadas e em 2011 tudo mudara.. humanos são fracos e cometem erros estúpidos, e quando o prédio da O.N.P.A.S. entra em ALERTA VERMELHO, todas as saídas são lacradas. Ninguém entra, mas também, ninguém sai. Nem mesmo os humanos. Agora é cada um por si, na luta pela sobrevivência.
Escritora do Conto : M.'
Adaptada: Myh Sawaki
Censura: +18

Odeio leitores fantasma!

Eu ja postei essa lenda aqui mesmo, mas resolvi posta-la denovo e terminar ela.

Kate Shanne


Kate Shanne, Com seu corpo divino, sua inteligência e seu jeito grosso e ao mesmo tempo gentil, que convenhamos, não enganam ninguém, ela deixa os homens caídos aos seus pés sem mesmo ela querer.
Era uma das dezenas de cientistas da poderosa O.N.P.A.S. Não mistura vida profissional com pessoal. Mas as coisas acabam por mudar quando o Alerta Vermelhoé acionado, coisas boas... ou não.
John Woitke ( o numero 6)


John Woitke é o chefão dos únicos vampiros que restaram, o clã dele foi nomeado pelos humanos como os “6 demônios”. John tem um corpo escultural , com as feições do rosto juvenis mas ao mesmo tempo com o seu jeito misterioso e charmoso encanta vários funcionarios porque ele é o único Vampiro que não conseguem decifra-lo.
Primeiro Capitulo

Kate chegou à ala vermelha e passou seu cartão magnético. Uma porta de aço abriu e ela entrou. Era uma ala Kate Burile era uma das dezenas de cientistas da poderosa O.N.P.A.S. Ela saiu do elevador, no 15º andar do prédio espelhado e impossível de entrar. Ali só passava quem tinha autorização expressa de alguém de dentro, ou do Governo. Para a população, tratava-se nada mais, nada menos, de uma organização que fazia testes e mais testes para uma possível cura do câncer. Para quem trabalhava lá, era o prédio onde os últimos vampiros existentes na Terra estavam.

- Bom dia, Dra. Shanne. - ela era cumprimentada pelos funcionários enquanto passava.
na qual apenas os cientistas tinham acesso. Era ali que os testes eram realizados. O clima extremamente frio requeria uma roupa especial, que era colocada antes de entrar na ala.
Primeiro Capitulo

- Kate, já peguei o resultado do DNA de ontem. – Philip falava com ela.
- Ok, irei dar uma checada daqui a pouco.

Ela botou a bolsa no armário e sentou numa cadeira giratória, de frente para um microscópio. Philip debruçou ao lado dela. Ele era um rapaz esguio, mas com cara de adolescente, devido suas inúmeras espinhas, mas não deixava de ser um belo rapaz.

- Como eles estão hoje, Philip?
- Extremamente agitados. Nem cheguei perto.
- Hum.- ela disse enquanto pensava- foram alimentados? - ela indagou curiosa.
- Bem... - ele coçava a cabeça, pensativo. - Não.
- Posso saber por quê?

Primeiro Capitulo



Kate era uma profissional super competente, que não deixava nada para depois. Ela era também conhecida como a cientista irritada, pois perdia fácil a paciência com a preguiça das pessoas. Parou de olhar para o microscópio e virou-se de braços cruzados para Philip.

- Eu... então... eu disse que eles estão agitados?
- Philip, eles estão presos! Não é como se fossem arrancar sua cabeça fora!
- Ok. - ele olhava para baixo, com a voz tremida.
- Deixa para lá. Eu faço o serviço.

Kate levantou furiosa e saiu da sala. Andou pelo corredor frio e entrou num tipo de frigorífico. Naquele local ficavam as bolsas de sangue das quais os vampiros eram alimentados. Ela abriu um dos freezers e tirou algumas bolsas.

- Malditos cagões. Têm medo até da sombra deles.
Primeiro Capitulo


Saiu da sala resmungando e parou em frente à uma porta gigante, de aço também. Ela digitou uma senha no console digital da porta e esta foi destravada. O gás da porta saiu por baixo, enfumaçando o local e a porta correu para a lateral. Outra porta de aço aparecia por trás e Kate repetia o mesmo processo da senha. Quando o caminho estava totalmente liberado, ela entrou numa escuridão. As luzes acenderam fracas, conforme eram as regras. Em volta da sala, ao invés de paredes, havia seis celas de vidro inquebrável.
Seis celas, seis vampiros. Ou como costumavam ser chamados... Seis demônios. Ela parou em frente às celas e apertou uns botões de uma mesa que ficava no centro da sala. Braços de metal saíam do teto em cada cela e prendiam as mãos e as pernas do vampiro preso ali. O processo se repetia de cela em cela. Quando estavam todos imobilizados, ela se aproximou da cela 1 e pressionou sua digital do polegar no vidro, que abriu apenas num quadrado pequeno, por onde ela jogou a bolsa de sangue. O loiro de olhos vermelhos a encarava com a feição de ódio. Suas unhas gastas mostravam o quanto eles lutavam para sair de lá. Quando passou pela cela 6, ela dedicou um pouco mais de tempo do que nas outras.

- Oi. - ela falou com a voz calma.

O vampiro de cabelos cor de bronze inclinou o rosto para o lado. Ela tinha um interesse nele, que nem ela própria entendia. Poderia gastar muitos minutos do seu dia ali, observando-o. Ele era de longe, o mais perfeito dos seis. E também, o mais diferente. Era o único que suportava testes de alta eletricidade, sem esboçar nenhuma reação.